Reações e repercussões de publicações sobre a cidade
- Aderbal Machado

- 2 de jan. de 2024
- 2 min de leitura
Postagem minhas sobre as tranqueiras da cidade na passagem de ano renderam imensidões de compartilhamentos, comentários - e críticas, muitas críticas - de gente do Brasil inteiro. Até xingamentos ferozes recebi. Normal. Se eu quisesse unanimidade e calma, entraria num mosteiro.
Os xingamentos, aliás, mostram a repercussão mais ampla do fato: a cidade, inobstante ser desejada por tantos, de perto e de longe, mesmo em momentos doidos como a temporada, com ênfase para o réveillon (agora, mais ainda, consagrado como um dos ou o melhor do Brasil), é o must. Por causa dela, certamente, mereci as abordagens. A hastag #balneariocamboriu é poderosa, sem dúvida.
A simples menção de nossas mazelas de temporada é o suficiente para concordâncias e discordâncias. Aqui, nas temporadas e nos momentos mais "grossos" dela, há sombra na praia, filas pra tudo, acúmulo de lixo (apesar da dedicação e trabalho da empresa Ambiental, mas o consumo é absurdo, com descarte fora de hora e a toda hora de embalagens e restos jogados nas calçadas e na areia - porque as lixeiras, simplesmente, não são suficientes, tantas existem).
Temos também o trânsito caótico a todo momento, independente de hora do pique ou não. São veículos estacionados de todo jeito - em vagas exclusivas, em pontos de carga e descarga e, sim, defronte a garagens e, terror dos terrores, sobre calçadas. Tem mais, claro: gente de todo o jeito, circulando com seus veículos a passeio, garroteando nossa paciência, trabalhadores e moradores cujas atividades profissionais são atingidas em cheio na andança de carro.
A maioria dos comentários com a clássica afirmação: "Se não quer muvuca, vai morar num sítio", "se não tá contente, cai fora", "fazes o que aí, então?", e por aí vai, até com referenciais malcriados. Não dou bola. Como disse no começo, as críticas ou as postagens sobre dilemas enfrentados na cidade são pra provocar reações mesmo. As convenientes e corretas e as inconvenientes e incorretas - não é possível e nem pretendo mensurar isso. Ou só aceitar o positivo. Se não quisesse isso, sim, me mudaria prum convento ou iria morar numa aldeia distante de tudo.
Com isso, ganhei muitos seguidores do Brasil inteiro e aumentou significativamente o acesso às minhas páginas. Isso me estimula a fazer mais. Porque, no fundo, de um jeito ou de outro, estou convencido de ampliar a divulgação da cidade.
Porque a repetição de multidões por aqui em todas as temporadas prova - e nem sou eu quem diz - que essas coisas não incomodam fundamentalmente o turista. A razão? Nosso lugar vale a pena. Até outra, faladores.
O QUE POSTEI, NA MADRUGADA DO DIA 1 DE JANEIRO:

O RESULTADO, ATÉ 13H DE 2 DE JANEIRO:











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