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Medidas protetivas, mentiras legais

No domingo (12), por volta das 19h00, a Guarda Municipal (GM) foi chamada para atender uma ocorrência no bairro Vila Real, onde uma mulher, sob medida protetiva, estava sendo agredida por um homem, identificado como seu ex-companheiro.

Ao chegarem ao local, encontraram a vítima, que relatou ter sido atingida na cabeça com um capacete pelo agressor, e também danificou sua motocicleta.

A vítima de 34 anos, que já havia retornado ao relacionamento com o agressor em outras ocasiões, revelou que ele a aguardava em casa para cometer novas agressões. O homem de 33 anos, foi localizado nas proximidades e detido.

Os envolvidos foram encaminhados à delegacia de polícia para as medidas legais adequadas.

 A GUARDA MUNICIPAL ESTÁ DISPONÍVEL 24 HORAS PELO TELEFONE 153

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A minha opinião está na manchete:

A mulher estava sob a tal "medida protetiva". Não resolveu nadica de nada. O cara retornou e a agrediu.

Segundo ponto: embora o reconhecendo agressor contumaz, a mulher retornou ao relacionamento. Um erro comum nesses casos.

É preciso melhorar muito isso daí: ou se penaliza com mais gravidade punitiva casos semelhantes ou continuará assim. Daí pra pior. Nossa legislação é por demais leniente e frouxa. E não só nestas situações e não é segredo pra ninguém. Basta olhar os tantos outros crimes, em que os autores têm até centenas de passagens e solturas ao longo da "carreira".

E é como costumo dizer: a segurança opera, quase sempre, no "pós crime". Depois do cometimento. Vai a reboque.



 
 
 

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© 2020 | Aderbal Machado

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