Medidas protetivas, mentiras legais
- Aderbal Machado

- 14 de mai. de 2024
- 1 min de leitura
No domingo (12), por volta das 19h00, a Guarda Municipal (GM) foi chamada para atender uma ocorrência no bairro Vila Real, onde uma mulher, sob medida protetiva, estava sendo agredida por um homem, identificado como seu ex-companheiro.
Ao chegarem ao local, encontraram a vítima, que relatou ter sido atingida na cabeça com um capacete pelo agressor, e também danificou sua motocicleta.
A vítima de 34 anos, que já havia retornado ao relacionamento com o agressor em outras ocasiões, revelou que ele a aguardava em casa para cometer novas agressões. O homem de 33 anos, foi localizado nas proximidades e detido.
Os envolvidos foram encaminhados à delegacia de polícia para as medidas legais adequadas.
A GUARDA MUNICIPAL ESTÁ DISPONÍVEL 24 HORAS PELO TELEFONE 153
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A minha opinião está na manchete:
A mulher estava sob a tal "medida protetiva". Não resolveu nadica de nada. O cara retornou e a agrediu.
Segundo ponto: embora o reconhecendo agressor contumaz, a mulher retornou ao relacionamento. Um erro comum nesses casos.
É preciso melhorar muito isso daí: ou se penaliza com mais gravidade punitiva casos semelhantes ou continuará assim. Daí pra pior. Nossa legislação é por demais leniente e frouxa. E não só nestas situações e não é segredo pra ninguém. Basta olhar os tantos outros crimes, em que os autores têm até centenas de passagens e solturas ao longo da "carreira".
E é como costumo dizer: a segurança opera, quase sempre, no "pós crime". Depois do cometimento. Vai a reboque.











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