Matrículas escolares e vacinas
- Aderbal Machado

- 4 de fev. de 2024
- 2 min de leitura
Vários prefeitos decidiram por negar obrigatoriedade de atestados de vacinas contra Covid-19 para matrículas escolares. Dois notáveis: Clésio Salvaro e Fabrício Oliveira. Enquanto isso, Jorginho Melo, governador, revogou decreto anterior com essa condição para Santa Catarina. O Ministério Público contesta. Pois fique à vontade.
Os argumentos contrários aos prefeitos e ao governador por suas decisões, transitam entre inconstitucionalidade e "politização" da vacinação. Bobagem estradulada. Politizado o tema já está. Aliás, ninguém proibiu vacinação. A questão é a incompetência do poder público nacional de convencer as pessoas a submeter à vacinação crianças até 6 anos de idade. Então criam punições. Pois, em verdade, a vacina contra Covid é controversa cientificamente quanto à eficácia ou necessidade de aplicação em crianças. Só isso bastaria para cuidados diferenciados em ministrar vacinas a ferro e fogo na gurizada. Alguns mais radicais, da seita esquerdista mais extremada, chegam à insana negação do poder dos pais sobre os filhos.
Opinião sobre vacinação ser boa ou não é difundida, aliás, por "especialistas" nos moldes de sempre. Nenhum cientista. Sequer médico. Porém sectários de algo minimamente conhecido por sua inconstância cerebral.

E enquanto isso, só pra ficar no tema, relembro Marina Silva, a ministra de Lula: vacinada trocentas vezes, contraiu Covid três vezes e atualmente está recolhida em casa, com medo de transmitir a doença. Afinal, vacina protege ou não protege? Imuniza ou não? Argumentam que, sem vacina, poderia ser pior. Sem assim. Então não imuniza e obriga a cuidados especiais após muitas doses. Por mim, só vacinei duas vezes, lá no começo, e fim. Fiz o recomendado na época. Nada dos decantados reforços. Tomo Ivermectina sistematicamente. Uma vez por mês. Vão me achincalhar por isso? Adianto então: fodam-se.
É burrice genérica todo este papo. Pra isso não tem vacina.










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