As inutilidades ditas sobre sucessão em Balneário Camboriú afrontam a realidade
- Aderbal Machado

- 1 de abr. de 2024
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Vejo inutilidades em muitas notícias sobre a sucessão municipal em Balneário Camboriú. Considero inútil e burro tentar desqualificar, a priori, o nome do deputado estadual Carlos Humberto como possível candidato à prefeitura. Pelas razões boas e simples: é o líder de maior projeção do partido (PL), indubitavelmente, o único com capacidade de concorrer e vencer a eleição. Segunda: não há mais ninguém, ninguém mesmo, dentro do partido, capaz de superá-lo neste quesito. E poderia terminar a análise por aqui, ficando tudo concluído e definitivo.
Entanto, vamos adiante. Pior é seu maior detrator ser o prefeito Fabrício Oliveira, liberal partidário emprestado e de ocasião, levado pela condescendência e aval do próprio Carlos Humberto para o PL - após passagens fugazes e de ocasião por outros partidos. O prefeito se declara presidente da Comissao Provisória, mas ela inexiste no momento, tida como "não vigente" no site do TRE-SC. E seus integrantes tidos como "inativos" em suas funções, automaticamente.
Pior ainda porque Carlos Humberto exerceu a vice-prefeitura nos dois mandatos de Fabrício e foi um dos principais financiadores das campanhas.
Definitivamente, a "rachadura" é incongruente com alguns princípios da política. A coerênia a principal delas.
Finalmente: o prefeito cogitou e cogita lançar nomes à prefeitura sequer inscritos no partido. Mais: filiados hoje a outros partidos. Convenhamos isso não ser exatamente atitude de um presidente de partido.
Em suma, e entrando no vulgo: Fabrício se perdeu na cerração.











Perfeita análise da situação atual. O pretenso presidente da comissão (em formação, ao que parece) provisória só teria a ganhar se indicasse o pré-candidato Carlos Humberto, mas, ao que parece, é pressionado por seu grupo político, que sabe: vai perder poder e cargos.