A incompetência nas coisas simples e o progresso dos supérfluos momentâneos
- Aderbal Machado

- 12 de dez. de 2024
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Há uma lei de 2019, atualizada, regulando o tráfego de ciclomotores e assemelhados nas ciclofaixas e ciclovias. Nunca se cumpriu e nem se fiscalizou.
O deck do Pontal Norte, uma engenhoca simples, de madeirame tradicional, se deteriorou e se tornou um risco grave no seu uso comum, como bem mostrou o vereador eleito Bola Pereira em vídeo muito acessado no Instagram. E de um ponto turístico virou um homizio de viciados e descuidistas, inviabilizando o seu uso por quem queira tanto de dia quanto de noite - e de noite é impossível. Pela insegurança e pela iluminação miserável.
As ruas da cidade estão descuidadas, a tal mobilidade pifou feio.
As obras espetaculosas e caras, no entanto, progrediram. Não as essenciais, como o binário de entrada e saída da cidade, mas as supérfluas, como a tal reurbanização da orla, que, de fato, poderia esperar mais, até a resolução das coisas mais urgentes, como os atendimentos da saúde (Hospital Ruth Cardoso, prioritariamente), a criação de vagas nas escolas (e a construção delas, eis que nenhuma se levantou nos oito anos de governo atual; por sinal, nem uma nova sala), priorizar o saneamento, cuidado que, a partir da ETE, mostrou uma incapacidade gigantesca e por isso a cidade sofreu danos na sua imagem turística de difícil recuperação.











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