A história do futebol de areia da Praia de Balneário Camboriú
- Aderbal Machado

- 19 de mar. de 2024
- 2 min de leitura
O historiador, pesquisador e jornalista Nildo Teixeira de Melo Júnior (Bola Teixeira), lançou seu livro contando as origens do futebol de areia como tradição esportiva da Praia Central de Balneário Camboriú. O ato foi na Câmara Municipal, noite de segunda, 18 de março.
Tenho o meu, brinde do autor, e conversamos aos microfones do programa Câmara Informa sobre a obra e seus detalhes.
Destaquei, após rápida pincelada visual por páginas, detalhes tocantes pra mim, do ponto de vista histórico, filho adotivo que somos, dona Sonia e eu, desta cidade. Cá estamos há 27 anos. Quase metade da vida emancipatória.
As imagens mostram essas abordagens. Sei que isso será mais apreciado com os íntimos dos tempos vividos, mas mesmo assim registro por méritos indiscutíveis - que me perdoem os eventualmente indiferentes.
Temos ali dois árbitros de alto padrão dos bons tempos do futebol de SC: Alvi Renzi e José Carlos Bezerra.

Temos ali figuras de um dos times, o "time de Cabeçudas"; estão na foto exponenciais da política catarinense e do comércio - Jorge Bornhausen (ex-governador), Paulo Bornhausen (ex-presidente da Assembleia Legislativa), Eduardo Santos Linz, o Pimpa; Hélio Guerreiro e o ex-prefeito de Itajaí, ex-deputado estadual e ex-presidente da Assembleia, Júlio César.

Noutra imagem, esteios dos destinos da cidade nos seus primórdios, atuando política e economicamente: Joca Pio, Teixeirinha (pai do autor do livro e ex-jogador do Bangu, Botafogo e Seleção Catarinense), prefeito Gilberto Américo Meirinho, Nagel Mello e Ademar Silva. Monstros sagrados da história da cidade.
Eu poderia ir mais adiante. Há no livro um material imenso para se falar e mostrar. Fala-se ali de muitas gerações de cidadãos, jogadores, estimuladores, patrocinadores - enfim, tudo. De fio a pavio. Com riqueza de detalhes. Fico aqui, e desafio aos nobres leitores a ler o livro. É bem melhor, infinitamente melhor do que seguir minhas opiniões, até por incompletas.
Bola teve a gentileza de uma dedicatória pra mim, irônico como sempre: "Ao mito da comunicação Aderbal. Divirta-se "véio".
Vou me divertir muito. E saber mais.
O livro é divino e maravilhoso.










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