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O drama do pluvial no cloacal

O maior trabalho da Emasa, agora, é cuidar da rede pluvial e suas ligações no sistema de esgoto cloacal. Essa mistura é indevida e danifica o sistema na sua funcionalidade, causando transtornos e ampliando os problemas de saneamento. Segundo Auri Pavoni, diretor geral da empresa, em entrevista à Rádio Câmara BC, na segunda edição do jornal Câmara Informa (18 às 18h30) desta quinta-feira, recentemente o sistema estava em funcionando e bastou uma precipitação pluviométrica de pouco mais de 3mm para comprometer o sistema. Praticamente uma garoa de menos de uma hora. Isto é grave, segundo ele, e passa a ser prioridade da empresa. Há projetos em andamento neste sentido, bem como vistorias com equipamentos sofisticados para detectar onde acontece esse despejo do pluvial no cloacal. Afirmou Auri que haverá trabalho de revisão do sistema na Avenida Brasil e depois em outras vias. Com custos cobertos por orçamento próprio da Emasa, atualmente com superávit (dinheiro em caixa, em espécie e vivíssimo) de R$ 30 milhões, com tendência de se ampliar até a conclusão dos projetos técnicos, cuja execução completa girará em torno de R$ 60 milhões.


 
 
 

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© 2020 | Aderbal Machado

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