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Eleição e política lidas nas entrelinhas

Leio notícias nas entrelinhas. As palavras nem sempre evidenciam as intenções. Mas o PT está acreditando, de verdade, que pode conquistar o governo e uma das cadeiras do Senado em SC. Seus enunciados mostram isso com meridiana clareza.

O direito lhes é inerente. Podem fazer isso. Sonhar não é proibido e o sistema admite, democraticamente.

Não chegarão, mas dizer isso não resolve (dirão que política é "uma caixinha de surpresas", como antigamente se dizia do futebol). Nem toda essa movimentação atrabiliária de outros partidos (PSD, PP, MDB e tantos outros) ao redor do governo, principalmente, ou do Senado, eventualmente, indica algo esclarecedor.

O Senado estará entre Caroline de Toni, Esperidião Amin e Carlos Bolsonaro.

O governo, não se iludam os mais otimistas, é de Jorginho Mello. Não tem como tirar a reeleição dele. Vai ser sem meu voto, como já disse e repeti mil vezes aqui, mas vai.

No Senado, cravo certo em Esperidião Amin. Se até lá for convencido pelas realidades que ainda virão, Caroline de Toni.

Estou adiantando meus votos porque ele é meu e ninguém tasca. E é voto de valor diferenciado, pois não obrigatório. Poderia ficar em casa comendo paçoca e ouvindo dona Sonia Machado me dando ordens, mas vou às urnas - só de birrento.

E até pra ir lá dona Sonia Machado vai me segurando na mão, porque ando tropicando até na sombra...

 
 
 

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© 2020 | Aderbal Machado

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