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Direitos de idosos e especiais são esbulhados todos os dias

Não se vê uma reação ou uma ação mais assertiva ou mais enérgica em favor dos aposentados, grávidas, pessoas com carências especiais e pessoas com crianças de colo, nos atendimentos de caixas de supermercados e lojas, principalmente. Os bancos até respeitam mais. No entanto, neles, pessoalmente, em muitas ocasiões, prefiro a fila das pessoas mais novas - pois elas são atendidas por vários caixas e é comum andar mais rápido. A de idosos e outros especiais, dependendo do dia, vai a passos de tartaruga. Então, não vejo muito de "prioridade" ou "preferencial" nisso daí. Ajuda pouco.


Há ainda outras situações, como a falta de lugar para sentar em grandes lojas, quando os idosos, principalmente eles, precisam aguardar atendimento ou aguardar outras pessoas em compras, como as esposas. Cito um exemplo prático e real: as Lojas Renner do BC Shopping tinha assentos na frente dos provadores femininos pros maridos sentarem. Tiraram. Perguntei a razão. A resposta foi risível: "Os homens discutiam muito entre si".


Nem falo da mobilidade. A cidade, apesar dos alardes ufanistas, é muito ruim nisso. Os passeios públicos são, em grande parte, inadequados. Seja por declives estúpidos, por base irregular e, incidência maior, por obstáculos às pilhas. O Calçadão da Central, área dita "nobre" da cidade, é o exemplo mais gritante desta verdade. E todo mundo sabe disso, menos as autoridades (ir)responsáveis.


Quanto a esses direitos todos, enquanto membro efetivo do Conselho Municipal do Idoso na condição de coordenador do Arquivo Histórico e indicado pela Fundação Cultural como titular, repeti essas denúncias por algumas vezes. Senti que me acharam chato por isso (um dos membros chegou a dizer: "Você já falou disso" - demonstrando incômodo). Depois, na Conferência da Pessoa Idosa, em maio de 2025 na Univali, todos os grupos temáticos (TODOS), apontaram essas mazelas. Aconteceu o que, de lá pra cá? NADA. ABSOLUTAMENTE NADA. Perdemos tempo tentando mostrar a realidade dura. Ninguém está interessado em resolver. Nem autoridades estaduais (Procon) e nem municipais (Secretaria do Idoso). Fim do barato.



 
 
 

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© 2020 | Aderbal Machado

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