• Aderbal Machado

Vacina? Sim. E tratamento precoce? Debate é necessário, sem vetos preliminares


Sem intenção de provar nada a ninguém e nem negar tratamentos, tomei a segunda dose da Coronavac neste 9, sexta-feira, em Balneário Camboriú. Na primeira dose, o fenômeno aconteceu e se repetiu agora: cheguei e saí solitário do posto de vacinação. Ninguém, absolutamente ninguém na fila, lá pelo meio da tarde.

A mim não cabe o epíteto negacionista. Não, eu cumpro os protocolos todos, embora seja crítico aberto de muitas medidas e proibições adotadas por prefeitos e governadores. A mim me parece serem puros exageros e coisas cuja única intenção é mostrar poder e vaidades, ou egolatrias.

Sigo as regras médicas, até porque, no ímpeto das medidas e das críticas, nem a medicina é unânime. Há quem creia em tratamentos precoces e preventivos - um ou outro ou ambos. E há quem condene.

A repetição de "medicamentos sem eficácia comprovada" não me serve. Eu tomei e tomo, sob receita ou recomendação médica. Qualquer um deles. E, nesse conjunto de seguir medidas sanitárias protocolares e consumir medicamentos, sigo meu arbítrio.

A vacina é essencial neste momento, inobstante as polêmicas que as cercam. Recomendo.

Junto aqui números e dados retirados de sites oficiais para comparativos. Leia e interprete você mesmo, na solidão de seu julgamento.

Tenho convicções e dúvidas sempre, sobre isso e muito mais. Sigo, então, a bússola de minhas lógicas pessoais, as quais são imunes a ataques e negacionismos.

Permaneço com minhas estranhezas de leigo: os sites que mostram dados, dificilmente mostram números de recuperados. Não me perguntem a razão. Eu não sei. Só acho esquisito. SC, por exemplo, tem mais de 832 mil casos confirmados e mais de 800 mil recuperados.

Sem ser inconveniente e já sendo: quais tratamentos são usados na recuperação? Tem como evitar a infecção ou não? Só a vacina resolve? Ora, já disseram que não - e foi a OMS e outros tantos órgãos oficiais de alcance nacional e mundial. Ela protege e aliviam, dizem, mas não evitam. Nem a doença, nem a transmissão. Mas isso eu deixo para os médicos e cientistas. Se é que serão capazes de chegar a um consenso.

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Aliás, nesta terça, 20 horas, estarei numa live, especialmente convidado pelo Dra. Júlia Helena Lima, via Instagram, com a médica neurologista Dra. Déborah Martins, que implementou o tratamento precoce em Chapecó (chamada anexa).


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