• Aderbal Machado

Paulo Milton, um inquieto que mergulha no mundo de mochila e quer viver a vida como deve ser

Atualizado: 15 de Dez de 2020


Depois de longa e tenebrosa pausa do distanciamento inevitável nesta fase da vida mundial, mantive vasta e longa conversa via Messenger com meu amigo Paulo Milton, escritor bissexto com lançamento neste final de semana do seu livro "Mergulhando de Mochila", em que discorre sobre suas aventuras improvisadas por várias regiões e países do mundo. Com prefácio precioso de Vilfredo Schurmann. Mais gabarito, impossível.


Sobre o livro, parte do release distribuído pela editora:

"Quem viaja sai da rotina e se permite viver outras realidades, de se encantar com vistas paradisíacas e de ter contato com as mais diversas culturas e expressões humanas. E nada melhor do que descobrindo esse novo mundo pelo olhar de quem já passou por diversas experiências ao percorrer mais de 130 cidades por 40 países pelo mundo."


Mais adiante:


"Não se trata de um guia de viagem nem meras histórias de um viajante sem rumo. A obra contém relato dos lugares pelos quais o autor percorreu, as pessoas com as quais conviveu, os aprendizados conquistados ao longo de cada trajetória. A proposta é despertar no leitor uma realidade que muitas vezes passa despercebida no simples ato de escolha de um roteiro turístico."


Num depoimento final, diz Paulo Milton:


"Minha paixão pelas viagens me fez conhecer lugares maravilhosos, culturas diferentes e valorizar ainda mais o meu país. Sempre mantendo os pés no chão, como digo, consegui conciliar minha vida profissional de executivo e minhas aventuras viajando. Hoje posso dizer que sou uma pessoa realizada. Mas ainda tenho muito para aprender e novos caminhos a percorrer. E minha caminhada está só começando. Este livro é o início de uma nova etapa. É o presente que a vida me ofereceu e a oportunidade de deixar registradas não só minhas aventuras, como também as pessoas que caminharam e caminham comigo."


Pois, para combinarmos uma cobertura do lançamento, faremos uma live nesta segunda, 14, 11 horas, via Instagram (@debajornalista). Mas, no papo, fomos além: por cerca de uma hora divagamos muito sobre livros, ideias, política, eleição. Coisas que só seremos sempre capazes de dizer na intimidade. Não que sejam impublicáveis, mas nossa sinceridade supera muitos limites, dada uma amizade entrelaçada por uma convivência com um nível de superior respeito mútuo.


Paulo Milton é inquieto por natureza, olha a vida muito além do horizonte, desapegado, no entanto eficiente, operoso, dedicado, sincero, aberto, consentâneo. Aquele cara que a gente quer por perto em qualquer situação.


Vou ler o seu livro, até para saborear um bocado de expertise para escrever o meu, em andamento e já com negociações editoriais entabuladas. A questão é que os textos, já submetidos a alguns amigos para análise e aconselhamentos, são modificados a cada vez que os olho. E a cada dia junto mais e mais temas a serem abordados, no fervilhar de lembranças de fatos do big bang da vida profissional nos vários momentos. Tenho a nítida impressão que terei de resumir muito e fazer uma seleção de crônicas - este é o fundamento do livro - para não escrever algo gigantesco.


(A IMAGEM É DE UM MOMENTO DE ALGUM TEMPO ATRÁS, DEPOIS DE UM PAPO PRESENCIAL - SEM A PANDEMIA NOS FUSTIGANDO)


(ACESSE A ÍNTEGRA DA LIVE AQUI)

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