Loucuras explícitas da OMS e seus conselheiros eventuais e efetivos



A Organização Mundial da Saúde reconhece que há evidências da transmissão do novo coronavírus pelo ar, como sugeriram "especialistas", mas destaca que elas não são definitivas e que é preciso aprofundar os estudos, segundo explicou, nesta terça-feira, Benedetta Allegranzi, principal autoridade da OMS para prevenção e controle de infecções. A Organização Mundial da Saúde considera que, até o momento, os estudos sugerem que o vírus é transmitido principalmente pelo contato direto com gotículas respiratórias e não pelo ar. No site da organização, a entidade afirma que essas gotículas são relativamente pesadas, não viajam longe e caem rapidamente no chão. Por isso, a OMS recomenda que as pessoas fiquem, pelo menos, um metro de distância dos outros.

A OMS continua merecendo, mais que nunca, a condição figurativa de "biruta de aeroporto. Depende de onde sopra o vento, muda de posição.

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