Governo anuncia chamada de novos policiais civis e militares para os efetivos

O governador Carlos Moisés anunciou na tarde desta quarta-feira, 23, a chamada de novos policiais militares e civis para compor o efetivo da Segurança Pública em Santa Catarina. Serão 35 oficiais e 500 praças para a Polícia Militar. A Polícia Civil será reforçada com 104 agentes e 68 escrivães.  No caso dos oficiais militares, a chamada é imediata. Os praças, agentes e escrivães serão convocados em dezembro, com início da formação previsto para janeiro de 2021.

O chefe do Executivo catarinense destacou que o número de novos policiais foi determinado mediante os limites fiscal e legal. Segundo ele, o reforço no efetivo é necessário para ampliar ainda mais o sentimento de segurança da população.


Para o delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Koerich, os novos policiais representam um investimento na Segurança Pública como um todo: “esses novos profissionais farão com que a Polícia Civil possa prestar um melhor serviço à sociedade catarinense”.


O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Dionei Tonet, afirma que os novos quadros representam uma recomposição do efetivo da Corporação. “Esse é um ato muito importante para voltarmos ao nosso limite prudencial. Agradecemos esse gesto do governador, que demonstra um comprometimento com a sociedade ao melhorar as condições de segurança”.


Todos os chamados foram aprovados por concursos públicos realizados nos anos anteriores.


(Foto: Mauricio Vieira/Secom)


Bom sempre lembrar que, em número absolutos, há 30 anos tínhamos mais policiais do que hoje. Em número proporcionais, em relação à população, os números eram muito melhores, por consequência. Citando só o exemplo de Balneário Camboriú: em 2006 tínhamos 201 PMs no efetivo da cidade. De lá pra cá, perdemos praticamente 80 praças. Com a diferença populacional, o número proporcional mudou para pior: menos policiais por habitante. Por isso a gritaria demagógica por mais policiais ficou nisso. Sem ação prática, pressão direta e contínua, não apenas em épocas cíclicas (em tempo de eleição, principalmente), vamos marcar passo por outro tanto.

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