• Aderbal Machado

Estado quer ser parceiro na duplicação da BR-470 e está certo; erra quem critica


Primeiro a informação notória de conhecimento geral: a ministra Rosa Weber, do STF, negou liminar para liberação do deputado Júlio Garcia. Com isso, Júlio continua afastado do cargo e em prisão domiciliar. A decisão da Assembleia de decretar sua liberação virou fumaça.


Dito isso, vamos falar da proposta do governador Carlos Moisés de empregar recursos do estado, em parceria com o governo federal, na duplicação de trecho da BR-470. Criticam-no por isso e pessoalmente acho essas críticas coisas tolas. O Estado já assumiu, em várias ocasiões, atribuições federais, mas cito, por referência sólida histórica, o caso da BR-282.


Ele está querendo resolver um gargalo enorme que entrava a circulação naquela rodovia. Politicagem barata. Está em jogo, diretamente, o interesse maior da economia estadual e, mais importante, preservação de vidas.


Só relembrando um fato histórico semelhante: se Esperidião Amin, então governador, não peitasse a execução da pavimentação da BR-282 com recursos e ações estaduais na época, estaríamos sem ela ou teríamos ficado sem ela durante muito tempo. Vão aprender.

E digo mais, reforçando: um trecho de 40 km, da localidade de Índios, logo após Bom Retiro até Lages, que ficou por conta do governo federal ficou décadas sem pavimentação. Lembro disso, pois usei o trecho bastante e outros lembram também.

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