Eleição: nomes à prefeitura começam a surgir em Balneário Camboriú

A menos de três meses da eleição, praticamente só um partido (PL), definiu sua posição: estará no apoio e coligado com o prefeito Fabrício Oliveira (Podemos) e já tem a nominata de pré-candidatos a vereador e até os números a serem colocados nas urnas escolhidos.

E provavelmente será o primeiro partido a definir oficialmente suas candidaturas: a convenção será no dia 31 de agosto, primeiro dia do prazo fixado pelo Tribunal Superior Eleitoral, mudança ocorrida em função da pandemia.

Nos demais partidos, só o MDB, ao que tudo indica, irá de Piriquito. Enquanto isso, o PSDB lançará Auri Pavoni. Nenhuma surpresa na pré-candidatura de Piriquito, mas há surpresa no lançamento da candidatura de Auri, nem tanto pela candidatura em si, mas pelo partido.


Caminho surpreendente, até certo ponto, sabendo-se que haveria no caminho o Pavan pai ou o Pavan filho. Parece terem decidido que inexistem perspectivas para eles. A decisão foi apostar em nome de menor desgaste.


Se outros partidos - mais um ou dois, quem sabe - resolverem lançar candidaturas próprias, o quadro ficará com opções variadas, sem a escolha plebiscitária. Neste caso de multiplicidade de nomes, vantagem inequívoca para o atual prefeito. Poderá haver junção e reduzir candidaturas? Claro que sim, até no sentido do "ele contra nós", forma mais adequada para o enfrentamento. Porém, uma questão: quem junta com quem? Quem fica como coadjuvante e quem será protagonista? As discrepâncias pessoais e ideológicas serão resolvidas? E quando se fala aqui em ideologia é noutro sentido, não o filosófico: é a maneira de atuar, de ocupar espaços, de manobrar dentro e fora dos bastidores. Muitos interesses difusos juntos podem danificar as paredes dessas coligações, pelos conflitos naturais que gerarão.


A caixinha de surpresas está se abrindo.

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