• Aderbal Machado

Drogas, furtos diários, ataques a comércio de Balneário Camboriú, com impressionante facilidade


Pessoas reclamam, a maioria via aplicativos fechados, como o WhatsApp, sobre a presença ostensiva de andarilhos na orla e em vários pontos da cidade. Vamos acentuar a assistência humanitária, ofertada pelo município, aceita por alguns e rejeitada por outros. Porque se informa ser transitória, ante a oferta comum de emprego e/ou o retorno à origem, com despesas pagas. E muitos preferem ficar por aqui, protegidos pela sua própria condição e o direito de "ir e vir".

Há muito sugeri à prefeitura: ao recolher essas pessoas, conhecer-lhes a origem e manter contato direto com a prefeitura de sua cidade, cobrando a devida assistência e proteção. Se possível, acionando os meios jurídicos e sociais existentes. Se é possível obrigar a cidade de destino dessas pessoas, é possível obrigar as cidades de origem, por que não? Cada um precisa cuidar dos seus. Sabendo-se, inclusive, haver cidades praticamente deportando andarilhos e mendigos para outros lugares em cargas sorrateiras nas madrugadas. Verdadeiramente os espejando nos perímetros próximos.

Todavia, não é só isso. Nas internas, muitas queixas de consumo aberto e ostensivo de drogas na nossa orla, com atravessadores de drogas usando e repassando a droga a outros viciados - até com filas de compra. Como se fosse turistas habituais. Na cara de todos, sem pudor ou constrangimento algum. Confiantes na impunidade, fator de angustiante materialidade nos tempos atuais.

Mais ainda: é comum roubos de portas e dispositivos de alumínio, como proteção de lixeiras, para trocar por drogas. O pior é saber da existência de atravessadores ou receptadores no fim dessa corda. E existem mesmo. É de apostar serem muito conhecidos. Impossível serem indetectáveis.]

Mais ainda: condomínios sendo arrombados na cara dura e com uma simplicidade impressionante, com furtos de bicicletas e até motonetas.

Mais ainda: assaltos ao comércio à luz do dia, sem qualquer incômodo com câmeras de segurança. Com armas de fogo, com canivetes ou com simples ameaças de violência.

Precisamos sair desse domínio, antes de se tornar incontrolável e virarmos um Rio de Janeiro piorado.

É preciso usar as técnicas de policiamento decantadas nas tais "Operações de Saturação". Devendo ser amiúdes, constantes, fortes e ostensivas.

A nossa orla está virando um inferno para pessoas honestas e pacíficas.

Exagerei? Exagerem em contraposição, atacando e resolvendo o problema. Só pra me fazer um enorme desaforo e poder me chamar de mentiroso.


UM ASSALTO COM CANIVETE


FURTO EM CONDOMÍNIO


Vamos convir, por necessário, ser recomendável os condomínios terem sistemas mínimos de segurança e autoproteção por parte dos próprios moradores, como cuidar ao entrar e esperar até o fechamento ou travamento da porta principal ou da garagem.

Dar preferência, quando encomendar alguma coisa ou serviço, receber pessoalmente, na entrada do prédio, os mensageiros ou prestadores ou fornecedores de serviço. Até porque esse pessoal do crime intercepta mensagens e, de repente, se faz passar pelo mensageiro ou prestador de serviço (há muitos casos demonstrativos disso, até com alertas constantes de bancos e inclusive entes públicos).

Os comércios, quando possível, contratarem pessoas para vigiar o movimento. Muitas possuem e é suficiente. Sim, é uma vergonha ser assim, pois pagamos por segurança. Porém é imprescindível, se quisermos evitar ataques tão simplórios e danosos. Do jeito que está, é complicado.

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