• Aderbal Machado

Até novembro, dez cidades do país vão receber ecopontos para coleta de lixo eletroeletrônico

Sabe a geladeira velha que não funciona mais? Que tal agendar um horário para doação voluntária em casa ou levar o equipamento até um ponto de coleta? Essas alternativas serão cada vez mais comuns no Brasil a partir do chamado sistema de logística reversa de eletroeletrônicos domésticos. A meta do Governo Federal é que 400 cidades brasileiras tenham centrais de destinação desse tipo de resíduo até 2025.


A proposta quer acabar com o descarte de aparelhos como fogão, TV, celular e ventilador em rios e lixões de grandes centros urbanos, oferecendo espaços específicos para recebimento e destinação corretos do lixo eletroeletrônico. Para isso, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes devem manter toda a logística do sistema de coleta dos produtos inutilizáveis em parceria com estados, municípios e associações de recicláveis. É o que prevê o Decreto Nº 10.240, publicado em 12 de fevereiro de 2020 pelo Governo Federal.


A expectativa é que dez centrais funcionem até novembro. As próximas capitais a receberem esses ecopontos são Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e Goiânia (GO). Já aderiram ao projeto: Florianópolis (SC), Campo Grande (MS), Vitória (ES) e Brasília (DF).

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