• Aderbal Machado

As federações partidárias terão regras rígidas: uma delas é que devem durar até o final do mandato

Nas Eleições de 2022, pela primeira vez, os partidos terão a possibilidade de lançar candidaturas apoiadas por federações partidárias para cargos majoritários (presidente, governador e senador) e proporcionais (deputados federais, estaduais e distritais).


O objetivo é unir partidos com afinidade programática e, dessa forma, facilitar para o eleitor acompanhar o seu voto, sobretudo nas eleições proporcionais. Também busca ajudar os partidos com força de expressão no Congresso mais singela a alcançarem a cláusula de barreira.


Para disputar as eleições deste ano, as federações têm até o dia 31 de maio para registrarem seus estatutos na Justiça Eleitoral, com regras sobre fidelidade partidária e sanções a parlamentares que não cumprirem orientação de votação, por exemplo.


Uma regra: a federação constituída é obrigatória até o final do mandato.

Ao menos as federações acabam com os trânsfugas, que mudam de lado por mera e pura conveniência pessoal ou política.


(MPF)

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