• Aderbal Machado

As badernas na orla nas noites e madrugadas, som alto e a ação da Guarda Municipal em discussão

A Guarda Municipal e Fiscalização de Postura, fizeram nesta quinta-feira (30), uma operação para fiscalizar as caixas de som na areia da Praia Central. Durante a ação, foram apreendidas 58 caixas de som e realizadas orientações de som alto, em comércios de Balneário Camboriú.


Depois, os donos dos aparelhos receberam uma notificação para a retirada do equipamento no Centro de Comando.


A Guarda Municipal e a Fiscalização de Posturas, terão escalas diferenciadas para atender as ocorrências, devido ao alto fluxo de pessoas durante a temporada. Os profissionais, estão atuando em duas bases na Praia Central, realizando patrulhamento constante.


Numa dessas badernas, inclusive, fala-se que baderneiros jogaram pedras e garrafas na direção da Guarda Municipal.


A propósito, sobre isso e a presença de baderneiros na orla e em locais de concentração ao longo da Avenida Atlântica, com incursos noturnas, principalmente nas madrugadas, há um debate no aplicativo da prefeitura entre jornalistas. Os pontos de vista e opiniões divergem com a ação da Guarda Municipal. Enquanto uns opinam que a corporação, ao tentar resolver a situação aplica força excessiva e os que acham que os abusos devem ser tratados mesmo com rigor ou vira moda. A não ser por testemunhos presenciais e isentos, difícil considerar um ou outro ponto. Nessas situações sempre há os exageros e os panos quentes. De qualquer forma, é uma realidade (a baderna).


Fala-se também das tranqueiras, dos abusos de veículos estacionamento até sobre a pista de rolamento, dificultando a circulação (Rua 1900). Um comentário foi até engraçado: um colega observou a reclamação de um dono de apartamento na Barra Sul, com valor de R$ 10 milhões (deve ser um luxo, portanto, com todos os requisitos inerentes a um imóvel deste gabarito e valor). Segundo ele, ficou impossível sair de casa para andar de carro na cidade. O colega Waldemar Cezar matou a charada em cima: "Um cara que compra um apartamento de R$ 10 milhões em Balneário Camboriú e não quer ficar dentro dele não tem a menor lógica, além de ter a praia na sua frente".







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