• Aderbal Machado

A visão por 2022 vai se acentuando, mas por enquanto, Bolsonaro é absoluto. Mesmo com Lula na parada

Dia após dia, massacre após massacre - e qualquer coisa que ele, seus filhos ou seus seguidores digam ou deixem de dizer é motivo de pancadas - Jair Bolsonaro continua absoluto em qualquer pesquisa que se faça para a eleição de 2022. Pode mudar? Claro. O cenário de pesquisa é o momento, tanto que a pergunta básica é: "se a eleição fosse hoje".

A repetida filosofia, simplória até, é que "a política é dinâmica". Eleição também. Não só dinâmica, mas surpreendente. Em 2018 vimos muito disso. Episódios que jamais se repetirão. Gente de quem nunca se ouviu falar acabou sendo recordista de votos. Um partido paupérrimo de votos saiu de um para 52 deputados federais (PSL). Governadores, SC inclusive, se elegeram no rastro de Bolsonaro. O bolsonarismo funcionou. Mas não funcionará mais. Exceto, quem sabe, com ele próprio. E só. Bolsonaro acabou tão absoluto, que fechou seu prestígio sobre si mesmo e dificilmente espalhará isso, querendo ou não. A prova foi a última eleição: seus indicados tomaram uma surra. O prestígio dele não ficou abalado por isso, mas os seguidores se ferraram.

Enfim. Falo disso tudo para mostrar comentário que, experimentalmente, fiz ao vivo no meu canal do Youtube, tentando forjar um vetor de minhas opiniões por este meio, daqui pra frente. Ouçam (são apenas 4,40m):


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