• Aderbal Machado

A dificuldade de transitar em calçadas de Balneário Camboriú


Houve um tempo em que se cuidava melhor das calçadas da cidade. Andando por necessidade e por escolha por várias ruas, percebo serem inadequadas as calçadas, regra geral e com as naturais exceções. Primeiro, sem qualquer sentido de uniformidade. Segundo, muitas com desnível inibidor de caminhada, principalmente para idosos e portadores de necessidades especiais ou deficientes. Terceiro, há inúmeros trechos, em todas as ruas, com piso inadequada, irregular ou ocupado por todo tipo de traquitana. Alguns interrompendo o piso podotável, até.




Poderíamos citar, ainda, trechos sem calçadas, com calçadas muito avariadas.

Houve outros tempos, dispersos lá longe, em que se debatia com seriedade a uniformidade dos passeios públicos. Mas, de repente, como agora, cessavam todos os debates e as providências foram morrendo e mortas estão. Talvez haja coisa melhor pra fazer, mas enquanto isso a cidade perde um dos fatores mais simples de se prestigiar e acalentar sua decantada mobilidade urbana. Que começa com a sua base primordial: o pedestre, elemento mais vulnerável da escala.











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